Postagens populares

domingo, 29 de abril de 2012

exu caveira

Ola ja estava com saudades de postar no meu blog sabe andei afastada pra poder me encontrar .....
   fez este blog de perguntas e resposta porque queria de alguma forma ajudar meu proximo comecei de forma errada hoje estou aqui pra dividir com voceis tudo oque sei e oque estou aprendendo tem muitas coisas alem do nosso conheçimento sou mediun desque me entendo por gente mais ate muito pouco tempo atras eu nao sabia lidar com tudo isso.....
 Sempre fui muito dependente de meu pai em termos de religiao , nao tinha coragem de emcorporar entedades porque nao me sentia capaz sem meu pai porrisso me afastei da umbanda ja que meu pai de santo e tambem meu pai carnal e nossa relaçao e um pouco conturbada....
 Temos opinioes diferenciadas ......
Ate que meu grandioso pai
óxala me colocou de frente com um anjo que naquele momento tambem precisava  de ajuda e juntas descobrimos como nos ajudar e de quebra como ajudar nosso proximo.....
Hoje estou feliz e convencida que estou no caminho certo.
 Aqui vamos conhecer juntos historia de vida de
órixas da umbanda oque eles fasem doque eles gostam e qual o proposito deles no mundo carnal quero juntos com todos que aqui entrar discultir assuntos trocar ideias saber de historias que nao conheço e dividir oque aprendi ate hoje.....
      Nao sou uma equisper no assunto...mais posso adiantar que oque li oque vivi ate hoje foi de estrema serventia para afirmar que a religiao da umbanda nada mais e que um meio de ajudar nossos irmao adiferenciar o certo do errado e a entender que orixas nao sao demonios como muitos dizem sao seres iluminados com grande capacidade de ensinar ajudar e proteger aquele que neles cre......
        deixo aqui a primeira historia para que voces possam conhecer a vida deste orixa que muitos tem medo ate pavor mais ja posso adiantar que ele e muito rico de sabedoria que sofreu muito e hoje tras consigo a missao de fazer o bem sem olhar a quem.....
   O meu muito obrigado e boa leitura....
                                                                                                 LAROYE  SALVE O COMPRADRE
                                                                                                                                EXU CAVEIRA                       

                                                                                                
     HISTÓRIA DO GUARDIÃO DAS ALMAS DO     CEMITÉRIO ....
                                    SENHOR EXU CAVEIRA !!!!!!
Breve preleção aos médiuns protegidos de minha falange e, portanto, sob minha tutela pessoal.

Sou exu, assentado nas forças do Sagrado Omulu e sob sua irradiação divina trabalho. Fui aceito pelo Divino Trono Mehor-yê e nomeado Exu a mais ou menos dois milênios, depois de minha última passagem pela terra, a qual fui um pecador miserável e desencarnei amarrado ao ódio, buscando a vingança, dando vazas ao meu egoísmo, vaidade e todos os demais vícios humanos que se possa imaginar.

Fui senhor de um povoado que habitava a beira do grande rio sagrado. Nossa aldeia cultuava a natureza e inocentemente fazia oferendas cruéis de animais e fetos humanos. Até que minha própria mulher engravidou e o sumo sacerdote, decidiu que a semente que crescia no ventre de minha amada, devia ser sacrificado, para acalmar o deus da tempestade. Obviamente eu não permiti que tal infortúnio se abatesse sobre minha futura família, até porque se tratava do meu primeiro filho. Mas todo o meu esforço foi em vão. Em uma noite tempestuosa, os homens da aldeia reunidos, invadiram minha tenda silenciosamente, roubaram minha mulher e a violentaram, provocando imediato aborto e com o feto fizeram a inútil oferenda no poço dos sacrifícios. Meu peito se encheu de ódio e eu nada fiz para conte-lo. Simplesmente e enquanto houve vida em mim, eu matei um por um dos algozes de minha esposa inclusive o tal sacerdote.

Passei a não crer mais em deuses, pois o sacrifício foi inútil. Tanto que meu povoado sumiu da face da terra, soterrado pela areia, tamanha foi a fúria da tempestade. Derrepente o que era rio virou areia e o que areia virou rio. Mas meu ódio persistia. Em meus olhos havia sangue e tudo o que eu queria era sangue. Sem perceber estava sendo espiritualmente influenciado pelos homens que matei, que se organizaram em uma trevosa falange a fim de me ver morto também. O sacerdote era o líder. Passei então a ser vítima do ódio que semeei.

Sem morada e sem rumo, mas com um tenebroso exército de homens odiosos, avançamos contra várias aldeias e povoados, aniquilando vidas inocentes e temerosamente assombrando todo o Egito antigo. Assim invadimos terras e mais terras, manchamos as sagradas águas do Nilo de sangue, bebíamos e nos entregávamos às depravações com todas as mulheres que capturávamos. Foi uma aventura horrível. Quanto mais ódio eu tinha, mais eu queria ter. Se eu não podia ter minha mulher, então que nenhum homem em parte alguma poderia ter. Entreguei-me a outros homens, mas ao mesmo tempo violentava bruscamente as mulheres. As crianças, lamentavelmente nós matávamos sem piedade. Nosso rastro era de ódio e destruição completas. Até que chegamos aos palácios de um majestoso faraó, que também despertava muito ódio em alguns dos mais interessados em destruí-lo, pois os mesmos não concordavam com sua doutrina ou religião. Eis que então fomos pagos para fazer o que tínhamos prazer em fazer, matar o faraó.

Foi decretada então a minha morte. Os fiéis soldados do palácio, que eram muito numerosos, nos aniquilaram com a mesma impiedade que tínhamos para com os outros. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Isto coube na medida exata para conosco.

Parti para o inferno. Mas não falo do inferno ao qual os leitores estão acostumados a ouvir nas lendas das religiões efêmeras que pregam por aí. O inferno a que me refiro é o inferno da própria consciência. Este sim é implacável. Vendo meu corpo inerte, atingido pelo golpe de uma espada, e sangrando, não consegui compreender o que estava acontecendo. Mas o sangue que jorrava me fez recordar-me de todas as minhas atrocidades. Olhei todo o espaço ao meu redor e tudo o que vi foram pessoas mortas. Tudo se transformou derrepente. Todos os espaços eram preenchidos com corpos imundos e fétidos, caveiras e mais caveiras se aproximavam e se afastavam. Naquele êxtase, cai derrotado. Não sei quanto tempo fiquei ali, inerte e chorando, vendo todo aquele horror.

Tudo era sangue, um fogo terrível ardia em mim e isso era ainda mais cruel. Minha consciência se fechou em si mesma. O medo se apossou de mim, já não era mais eu, mas sim o peso de meus erros que me condenava. Nada eu podia fazer. As gargalhadas vinham de fora e atingiam meus sentidos bem lá no fundo. O medo aumentava e eu chorava cada vez mais. Lá estava eu, absolutamente derrotado por mim mesmo, pelo meu ódio cada vez mais sem sentido. Onde estava o amor com que eu construí meu povoado? Onde estavam meus companheiros? Minha querida esposa? Todos me abandonaram. Nada mais havia a não ser choro e ranger de dentes. Reduzi-me a um verme, jogado nas trevas de minha própria consciência e somente quem tem a outorga para entrar nesta escuridão é que pode avaliar o que estou dizendo, porque é indescritível. Recordar de tudo isto hoje já não me traz mais dor alguma, pois muito eu aprendi deste episódio triste de minha vida espiritual.

Por longos anos eu vaguei nesta imensidão escura, pisoteado pelos meus inimigos, até o fim das minhas forças. Já não havia mais suspiro, nem lágrimas, nem ódio, nem amor, enfim nada que se pudesse sentir. Fui esgotado até a última gota de sangue, tornei-me um verme. E na minha condição de verme, eu consegui num último arroubo de minha vil consciência pedir socorro a alguém que pudesse me ajudar. Eis que então, depois de muito clamar, surgiu um alguém que veio a tirar-me dali, mesmo assim arrastado. Recordo-me que estava atado a um cavalo enorme e negro e o cavaleiro que o montava assemelhava-se a um guerreiro, não menos cruel do que fui. Depois de longa jornada, fui alojado sobre uma pedra. Ali me alimentaram e cuidaram de mim com desvelo incompreensível. Será que ouviram meus apelos? Perguntava-me intimamente. Sim claro, senão ainda estaria lá naquele inferno, respondia-me a mim mesmo. “–Cale-se e aproveite o alvitre que vosso pai vos concedeu.”- Disse uma voz vinda não sei de onde. O que eu não compreendi foi como ele havia me ouvido, já que eu não disse palavra alguma, apenas pensei, mas ele ouviu. Calei-me por completo.
 Por longos e longos anos fiquei naquela pedra, semelhante a um leito, até que meu corpo se refez e eu pude levantar-me novamente. Apresentou-se então o meu salvador. Um nobre cavaleiro, armado até os dentes. Carregava um enorme tridente cravado de rubis flamejantes. Seu porte era enorme. Longa capa negra lhe cobria o dorso, mas eu não consegui ver seu rosto.

– Não tente me olhar imbecil, o dia que te veres, verás a mim, porque aqui todos somos iguais.

Disse o homem em tom severo. Meu corpo tremia e eu não conseguia conter, minha voz não saia e eu olhava baixo, resignando-me perante suas ordens.

- Fui ordenado a conduzir-lhe e tenho-te como escravo. Deves me obedecer se não quiser retornar àquele antro de loucos que estavas. Siga minhas instruções com atenção e eu lhe darei trabalho e comida. Desobedeça e sofrerás o castigo merecido.

- Posso saber seu nome, nobre senhor?

- Por enquanto não, no tempo certo eu revelarei, agora cale-se, vamos ao nosso primeiro trabalho.

- Esta bem.

Segui o homem. Ele a cavalo e eu corria atrás dele, como um serviçal. Vagamos por aqueles lugares sujos e realizamos várias tarefas juntos. Aprendi a manusear as armas, que me foram dadas depois de muito tempo. Aos poucos meu amor pela criação foi renascendo. As várias lições que me foram passadas me faziam perceber a importância daqueles trabalhos no astral inferior. Gradativamente fui galgando os degraus daquele mistério com fidelidade e carinho. Ganhei a confiança de meu chefe e de seus superiores. Fui posto a prova e fui aprovado. Logo aprendi a volitar e plasmar as coisas que queria. Foram anos e anos de aprendizado. Não sei contar o tempo da terra, mas asseguro que menos de cem anos não foram.

Foi então que numa assembléia repleta de homens iguais ao meu chefe, eu fui oficialmente nomeado Exu. Nela eu me apresentei ao Senhor Omulu e ao divino trono de Mehor-yê, assumindo as responsabilidades que todo Exu deve assumir se quiser ser exu.

- Amor a Deus e às suas leis;

- Amor à criação do Pai e a todas as suas criaturas;

- Fidelidade acima de tudo;

- Compreensão e estudo, para julgar com a devida sabedoria;

- Obedecer às regras do embaixo, assim como as do encima;

E algumas outras regras que não me foi permitido citar, dada a importância que elas têm para todos os Exus.

A principio trabalhei na falange de meu chefe, por gratidão e simpatia. Mas logo surgiu-me a necessidade de ter minha própria falange, visto que os escravos que capturei já eram em grande número. Por esta mesma época, aquele antigo sacerdote, do meu povoado, lembram-se? Pois é, ele reencarnou em terras africanas e minha esposa deveria ser a esposa dele, para que a lei se cumprisse. Vendo o panorama do quadro que se formou, solicitei imediatamente uma audiência com o Divino Omulu e com O Senhor Ogum – Megê e pedi que intercedessem para que eu pudesse ser o guardião de meu antigo algoz. Meu pedido foi atendido. Se eu fosse bem sucedido poderia ter a minha falange. Assim assumi a esquerda do sacerdote, que, na aldeia em que nasceu, foi preparado desde menino para ser o Babalorixá, em substituição ao seu pai de sangue. A filha do babalawo era minha ex-esposa e estava prometida ao seu antigo algoz. Assim se desenvolveu a trama que pôs fim às nossas diferenças. Minha ex-mulher deu a luz a vinte e quatro filhos e todos eles foram criados com o devido cuidado. Muito trabalho eu tive naquela aldeia. Até que as invasões e as capturas e o comércio de negros para o ocidente se fizeram. Os trabalhos redobraram, pois tínhamos que conter toda a revolta e ódio que emanava dos escravos africanos, presos aos porões dos navios negreiros.

Mas meu protegido já estava velho e foi poupado, porém seus filhos não, todos foram escravizados. Mas era a lei e ela deveria ser cumprida.

Depois de muito tempo uma ordem veio do encima: “Todos os guardiões devem se preparar, novos assentamentos serão necessários, uma nova religião iria nascer, o que para nós era em breve, pois não sei se perceberam, mas o tempo espiritual é diferente do tempo material. Preparamo-nos, conforme nos foi ordenado. Até que a Sagrada Umbanda foi inaugurada. Então eu fui nomeado Guardião à esquerda do Sagrado Omulu-yê e então pude assumir meu trono, meu grau e meus degraus. Novamente assumi a obrigação de conduzir meu antigo algoz, que hoje já está no encima, feito meritóriamente alcançado, devido a todos os trabalhos e sacrifícios feitos em favor da Umbanda e do bem.

Hoje, aqui de meu trono no embaixo, comando a falange dos Exus Caveira e somente após muitos e muitos anos eu pude ver minha face em um espelho e notei que ela é igual à de meu tutor querido o Grande Senhor Exu Tatá Caveira, ao qual devo muito respeito e carinho. Não confundam Exu Caveira, com Exu Tatá Caveira, os trabalhos são semelhantes, mas os mistérios são diferentes. Tatá Caveira trabalha nos sete campos da fé; Exu caveira trabalha nos mistérios da geração na calunga, porque é lá que a vida se transforma, dando lugar à geração de outras vidas, mas não se esqueçam que há sete mistérios dentro da geração, principalmente a Lei Maior, que comanda todos os mistérios de qualquer Exu. Onde há infidelidade ou desrespeito para com a geração da vida ou aos seus semelhantes, Exu Caveira atua, desvitalizando e conduzindo no caminho correto, para que não caiam nas presas doloridas e impiedosas do Grande Lúcifer-Yê, pois não desejo a ninguém um décimo do que passei. Se vossos atos forem bons e louváveis perante a geração e ao Pai Maior, então vitalizamos e damos forma a todos os desejos de qualquer um que queira usufruir dos benefícios dos meus mistérios. De qualquer maneira, o amor impera, sim o amor, e por que Exu não pode falar de amor? Ora se foi pelo amor que todo Exu foi salvo, então o amor é bom e o respeito a ele conserva-nos no caminho. Este é o meu mistério. Em qualquer lugar da calunga, pratique com amor e respeito a sua religião e ofereça velas pretas, vermelhas e roxas, farofa de pinga com miúdos de boi. Acenda de um a sete charutos, sempre em números ímpares e aguardente. De acordo com o número de velas, se acender sete velas, assente sete copos e sete charutos, assim por diante. Agrupe sempre as velas da mesma cor juntas e forme um triângulo com o vórtice voltado para si, as velas roxas no vórtice, as pretas à esquerda e as vermelhas à direita, simbolizando a sua fidelidade e companheirismo para conosco, pois Exu Caveira abomina traição e infidelidade, como, por exemplo, o aborto, isto não é tolerado por mim e todos os que praticam tal ato é então condenado a viver sob as hostes severas de meu mistério. Peça o que quiser com fé, e com fé lhes trarei, pois todos os Exus Caveira são fiéis aos seus médiuns e àqueles que nos procuram.

A falange de Exus Caveira pertence à falange do Grande Tatá Caveira, que é o pai de todos os Exus assentados à esquerda do Divino Omulu, os demais não posso citar, falo apenas do meu mistério, pois dele eu tenho conhecimento e licença para abrir o que acho necessário e básico para o vosso aprendizado, quanto ao mais, busquem com vossos Exus pessoais, que são grandes amigos de seus filhos e certamente saberão orientar com carinho sobre vossas dúvidas.
 Um último detalhe a ser revelado é que todos os que têm Exu Caveira como Exu de trabalho ou protetor, é porque em algum momento do passado, pecaram contra a criação ou à geração e ambos, protetor e protegido tem alguma correlação com estes atos errôneos de vidas anteriores.
 Tenham certeza, se seguirem corretamente as orientações, com trabalho e disciplina, o mesmo que sucedeu com meu antigo e grande sumo sacerdote, sucederá com vocês também, porque este é o nosso desejo. Mais a mais, se um Exu de minha falange consegue vencer através de seu médium ou protegido, ele automaticamente alcança o direito de sair do embaixo e galgar os degraus da evolução em outras esferas.
           Que o Divino Pai maior possa lhes abençoar e que a Lei Maior e a Justiça Divina lhes dêem as bênçãos de dias melhores.

Com carinho

Senhor Exu
 caveira

















segunda-feira, 20 de junho de 2011

Fêmea de dragão-de-komodo se reproduz sem macho


Fêmea de dragão-de-komodo se reproduz sem macho

20 de dezembro de 2006 • 15h54 • atualizado em 24 de janeiro de 2007 às 13h48
O processo foi descoberto em duas fêmeas que viviam em cativeiro em zôos britânicos Foto: AP
O processo foi descoberto em duas fêmeas que viviam em cativeiro em zôos britânicos
20 de dezembro de 2006
Foto: AP

Cientistas britânicos descobriram que as dragoas-de-Komodo, maior espécie de lagarto do mundo, são capazes de se reproduzir sem ser fecundadas por um macho. Os especialistas, que relatam sua pesquisa no número desta semana da revista científica britânica Nature, detectaram esse processo de reprodução assexuada, conhecido como partenogênese, em duas fêmeas dessa espécie em perigo de extinção, que viviam em cativeiro em dois zôos britânicos, isoladas dos machos.
A fêmea Flora, que vive no zôo de Chester, na Inglaterra, pôs em maio 25 ovos, dos quais 11 pareciam ser viáveis, sem que tivesse cruzado com um macho dessa espécie, que na idade adulta pode chegar a medir três metros e pesar até 90 quilos. Oito desses 11 ovos continuaram a se desenvolver normalmente, e os filhotes devem nascer em janeiro, já que o período de incubação nessa espécie oscila entre sete e nove meses.
A fêmea Sungai, que vivia no zôo de Londres, pôs ovos dois anos e meio após seu último contato com um macho e seus filhotes, nascidos sete meses e meio depois. Eles eram sadios.
Os cientistas, dirigidos por Phill Watts, da Universidade de Liverpool, submeteram as ninhadas das duas fêmeas a "testes de paternidade" e descobriram que o genótipo combinado geral dos filhotes reproduzia exatamente o de suas mães. "Embora se saiba que outras espécies de lagarto realizem autofecundação, esta é a primeira vez que esse processo é identificado em um dragão-de-Komodo", explicou Kevin Buley, co-autor do artigo, em comunicado divulgado pelo zôo de Chester.
Na opinião de Buley, Flora é uma espécie de "Imaculada Conceição", já que "não é impossível que os filhotes saiam do ovo no Natal". "Estaremos atentos à presença de pastores, magos e a estrelas cadentes no céu sobre o Zôo de Chester", brincou. Segundo os cientistas, a ocorrência de dois casos de partenogênese em dois zôos diferentes sugere que esta estratégia reprodutiva pode não ser incomum quando os dragões de Komodo se encontram isolados.
De acordo com Buley, os zoológicos que contam com exemplares de dragão-de-Komodo não deveriam separar os machos das fêmeas, a fim de evitar que sejam desencadeados processos de partenogênese, e a conseqüente redução da diversidade genética. Buley considerou que a descoberta tem "implicações muito importantes" para compreender como os répteis são capazes de colonizar novas áreas.
"Teoricamente, uma fêmea de dragão-de-Komodo, em seu habitat natural, poderia chegar nadando a uma nova ilha e fundar uma população de dragões completamente nova", explicou.
Calcula-se que existam no mundo menos de quatro mil dragões de Komodo (Varanus komodoensis), em sua maioria nas ilhas indonésias de Komodo, Flores e Rinca. Excelente nadadores, os dragões de Komodo são predadores eficazes, capazes de caçar grandes presas, já que sua técnica consiste em morder a presa e deixá-la ir embora. Sua saliva contém uma flora bacteriana que causa a morte da presa por septicemia dois ou três dias após o ataque. Passado este tempo, os dragões têm apenas que seguir com o olfato o rastro do animal morto.
EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.

terça-feira, 10 de maio de 2011

VAMOS PENSAR????

SE VOCÊ TEM UMA GALINHA  E ELA BOTA NO QUINTAL DO VIZINHO DE QUEM E O OVO SEU OU DO VIZINHO ?
   DELE PORQUE O LOCAL AONDE ESTA O OVO PERTENCE A ELE ?
   OU SEU PORQUE AFINAL A DONA DO OVO E A GALINHA E COMO A GALINHA LHE PERTENCE  AUTOMATICAMENTE VOCÊ E DONO DO OVO ?

sábado, 7 de maio de 2011

O dia das mães é a data em que comemoramos a pessoa que nos deu a vida, pode parecer fácil homenagear a nossa mãe, mas em muitos casos acaba sendo um trabalho ardo, pois não sabemos como agrada-la.
De um presente que combine com a sua mãe e faça uma coisa mais especial, tente dar para ela um poema, pode parecer simples, mas se for bem feito ele pode emocionar bastante as mães.
Se você não sabe nada de poema e quer dar um para a sua mãe procure em sites de poemas, poemas para as mães são fáceis de achar e existem um mais lindoque o outro, escolha um que você ache que irá emocionar sua mãe, passe-o para um cartão bem bonito e de junto com o presente.
“Um dia especial, dedicado a alguém sensacional, nossa amiga mais íntima, nosso primeiro contato com o mundo.
A você, Mamãe, um mais do que especial agradecimento, pelo inigualável significado de sua presença em nossas vidas.
Que Deus derrame sobre você as Divinas Bênçãos, não apenas neste dia, mas em todos os momentos de sua existência!
Feliz Dia das Mães!”
“Mãe
Mãe…São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito
Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!”

Para Sempre Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
um beijaô pra todas as maês 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

MAÊ

- às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos; 
- às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado; 
- às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes; 
- às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...; 
- às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...; 
- também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício... 
A todas as Mães, a todas sem excepção, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça! 
 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

SER ESPECIAL E REALMENTE UMA DADIVA


O termo Paralisia Cerebral é considerado por muitos autores inadequado, pois da um significado de total ausência de atividades físicas e mentais, o que na verdade não ocorre; nas literaturas especializadas encontra-se uma gama enorme de definições que conceituam a Paralisia Cerebral, como:
A Paralisia Cerebral consiste em um grupo heterogêneo de condições patológicas não progressivas do movimento e da postura, que se manifestam no início da vida, atribuídas ás várias etiologias, conhecidas e desconhecidas envolvendo o cérebro imaturo
A Paralisia Cerebral significa o resultado de um dano cerebral, que leva á inabilidade, dificuldade ou o descontrole de músculos e de certos movimentos do corpo. 
ETIOLOGIA
Para muitos autores a Paralisia Cerebral se acha relacionada com a anormalidade pré, peri e pós-natal.
Vários fatores podem causar as lesões no encéfalo durante o período pré-natal, entre eles pode-se destacar:


Agente Metabólico: Ex: Diabete Materna.
Agente Infeccioso: Ex: Rubéola Materna.
Agente Mecânico: Ex: Irradiação.
Quanto ás causas peri-natais vários problemas podem ocorrer durante o nascimento que podem ser Agente de Lesões encefálicas, sendo este o problema mais comum na etiologia da Paralisia Cerebral, segundo os autores pesquisados.
Dentre os fatores Pós-natais estão as doenças infecciosas tais como meningites e encefalites, distúrbios vasculares, traumas e tumores cerebrais.
CARACTERÍSTICAS
São definidas de acordo com as classificações que definem os tipos de Paralisia Cerebral.
Para essa classificação leva-se em conta o tipo de envolvimento neuro-muscular, os membros atingidos por este comprometimento e o grau de comprometimento motor.
De acordo com estes tipos de envolvimento neuro-muscular os autores citam categorias como: espasticidade, atetose, atáxia, tremor, rigidez, hipotonia entre outros.
Destes os três primeiros são os mais encontrados na prática.
Característica de criança espástica: Apresenta um tônus que é predominantemente alto. A movimentação é restrita em amplitude e é feita com grande esforço.
Característica criança atetóide: Apresenta sempre um tônus muscular instável eflutuante. Aparecem movimentos involuntários e incoordenados que dificulta a atividade voluntária. São características as trocas bruscas de tônus muscular, passando de um tônus diminuído ou normal á hipertonia ou vice-versa.
Característica criança atáxica: Caracteriza-se por transtornos de equilíbrio, hipotonia muscular e falta de coordenação em atividades musculares voluntárias.
De acordo com os membros atingidos pelo comprometimento neuro-muscular podemos ter:
Grupo das displegias: Onde as crianças apresentam um comprometimento maior das extremidades inferiores.
Grupo das quadriplegias: Apresentam um comprometimento do corpo todo.
Grupo das hemiplegias: Apresentam um dimídio (lado) do corpo comprometido.
Já de acordo com o grau de incapacidade podemos ter: leve, moderado e severo.
TRATAMENTO
O diagnóstico de Paralisia Cerebral pressupõe um amplo e cuidadoso diagnóstico diferencial. Esse diagnóstico deve ser realizado, sempre, por uma equipe multidisciplinar (TO, Psicólogo, Fisioterapeuta, Neurologista, Ortopedista entre outros) e o mais precoce possível. E a comunicação entre os membros dessa equipe é crucial para uma boa evolução do caso.
A dinâmica do trabalho da Terapia Ocupacional se dá através de anamnese junto à família.
A avaliação da criança com Paralisia Cerebral em Terapia Ocupacional envolve os aspectos: cognitivo, emocional, comunicação, coordenação motora global e fina, habilidades manuais (preensão, atividades bimanuais, dominância manual, força muscular, uso funcional dos membros superiores), integração perceptivo-sensorial (percepção tátil, controle visual, percepção auditiva), habilidades sociais, grau de independência nas Atividades de Vida Diária (alimentação, higiene, vestuário). O ponto de partida da avaliação é a atividade da criança em relação ao ambiente.
Na Paralisia Cerebral, a ênfase é dada às reações posturais, habilidades motoras e organização da criança diante das atividades e situações.
O plano de tratamento é baseado na avaliação inicial, nas necessidades individuais. Na Paralisia Cerebral, existem particularidades de tratamento (princípios norteadores) de acordo com os tipos de paralisia cerebral: espástica (quadriplegia, diplegia, hemiplegia), atetóide, atáxica. Mas, em geral, a Terapia Ocupacional atua no sentido de aumentar o grau de funcionalidade global, conduzindo a criança para novas aprendizagens, dentro dos objetivos traçados na avaliação.
De acordo com o método Bobath, o brincar é o trabalho da criança, e é onde a criança pratica habilidades e ensaia papéis. Conforme o brincar se desenvolve, torna-se organizador das habilidades. O sucesso da criança reforça a repetição e providencia as bases para a aprendizagem e o desenvolvimento. O brincar leva ao domínio de muitas habilidades necessárias para o crescimento e a vida adulta.
Desta forma, as brincadeiras são integradas aos objetivos do tratamento em Terapia Ocupacional, e serão propostas atividades para encorajar a criança a desenvolver novas habilidades.
Alguns princípios gerais de tratamento na Paralisia Cerebral podem ser delineados, como:
- Preparação para a função: alongamento da musculatura encurtada, motivado sempre por uma tarefa, mobilidade a partir dos pontos chaves facilitando posturas adequadas, alinhamento corporal, regulação do tônus, controle motor e facilitação do desenvolvimento normal.
- Estruturação do ambiente, permitindo sua exploração pela criança.
- Desenvolvimento de hábitos independentes para brincar ou trabalhar, preparando a criança para a escola, vida social. As AVDs representam um papel fundamental no trabalho da Terapia Ocupacional.
Neste trabalho é importante levar em consideração os recursos disponíveis da casa e as necessidades da criança e da família, para a confecção de adaptações. São observados pontos como: o tipo de habitação, como a criança pode se locomover no seu espaço, como dorme, onde brinca, como é o banheiro, onde estão suas roupas, onde toma suas refeições, quem brinca com a criança em casa e onde brinca, se vai ao quintal, aos vizinhos, ao supermercado, etc.
Finalmente, o trabalho da Terapia Ocupacional estende-se também à orientação escolar, pois a criança com paralisia cerebral necessitará de adaptações, assim como a escola poderá ter que fazer algumas modificações na sala de aula, banheiros, pátio.
Atualmente, com a inclusão de crianças com deficiência nas escolas regulares, torna-se importante capacitar a escola para receber estas crianças. O terapeuta ocupacional pode orientar a equipe escolar em relação às adaptações necessárias a cada caso, por exemplo: cadeira com braços, apoio para os pés, barras na lousa e nos banheiros, engrossadores de lápis, tapetes antiderrapantes na cadeira, fixação do papel ou caderno na mesa ou carteira.
Além das possibilidades de adaptação do mobiliário e do ambiente, é fundamental também a orientação quanto ao posicionamento correto ao sentar, ao ser colocada em pé, apoio dos membros superiores, a facilitação de posturas que inibam reações associadas que podem prejudicar a realização das atividades propostas


Quanto mais cedo você começar a sua criança sobre o tratamento adequado e actividades de Paralisia Cerebral, a melhor chance que ele ou ela terá de levar uma vida razoavelmente normal e independente. 
Entendimento Paralisia Cerebral: 
Paralisia cerebral é geralmente descrito como "paralisia cerebral" ou "transtorno não-neurológica progressiva. Na paralisia cerebral, a área do cérebro motor está danificado ou não se desenvolve adequadamente. O dano pode ser por causa de lesão, trauma ou alguma doença, que podem ocorrer antes que um bebê nasce, durante o parto ou após o nascimento. Ou o fracasso do desenvolvimento cerebral pode ter causas genéticas. Não existe nenhum acordo definitivo sobre o que exatamente as causas da paralisia cerebral. {É, contudo,} não é um distúrbio hereditário não é transmissível, eo termo "não-progressivas" significa que os danos ao cérebro - enquanto irrevogável - não se torna pior com o tempo, o efeito no corpo causado por o dano ao cérebro pode se tornar pior, ou, por outro lado, pode melhorar.
Crianças com Paralisia Cerebral pode ter os seguintes problemas - a partir de sintomas graves para os sintomas de paralisia cerebral leve : 
* Stiff ou folga do tônus ​​muscular, provenientes da falta de controle sobre os movimentos do corpo 
* Convulsões musculares, convulsões e movimentos involuntários 
* Dificuldade em caminhar e correr 
* Dificuldade em segurar objetos 
* Dificuldades em escrever 
* Problemas com a percepção ea sensação 
* Excesso de salivação e dificuldade em engolir 
* Dificuldade na alimentação
muitas vezes, enquanto a área do cérebro motor está danificado, as áreas que controlam o pensamento e habilidades de aprendizagem não ser eventualmente afectados, e uma criança com Paralisia Cerebral pode ainda ser de inteligência média ou alta. Você pode conferir algumas fotos de bebê paralisia cerebral .
O diagnóstico precoce de paralisia cerebral é crucial, pois quanto mais cedo você começar a sua criança sobre o tratamento adequado, as probabilidades de melhor ele vai ter para levar uma vida normal e independente moderadamente.
A importância da fisioterapia regular, exercícios, jogos e actividades no exterior, no caso de jovens com Paralisia Cerebral não pode ser suficiente sublinhado. Exceto por uma nítida melhoria na talentos físico, o fator diversão também podem causar benefícios mentais e alívio do estresse. Apenas certifique-se de escolher as actividades que o jovem gosta.
Actividades para uma criança com Paralisia Cerebral:
* Coloque seu filho no chão e deixá-la explorar o ambiente ao seu próprio ritmo. Se você criança tende a ficar deitado em um lugar, assegure-se ajudá-lo /posições dela mudar freqüentemente. 
* Leve seu filho para fora de parques, jardins zoológicos, parques, mercados e assim por diante para ajudar com o desenvolvimento do sistema sensorial. 
* Jogue jogos que inspiram o rastreamento. Peso-rolamento de um lado ou ambas as mãos e nos pés é rentável para o desenvolvimento um bom tônus ​​muscular. 
* Coloque brinquedos a uma certa distância para que a criança tem de chegar a escolhê-los ou rastrear mais de trazê-los. Certifique-se os brinquedos são estimulantes na cor, forma, textura e aroma, bem como simples de jogar. 
* Incentivar seu filho a arrumar os brinquedos por si próprio, mesmo que ocupa muito tempo. 
* Matricule seu filho em aulas de ginástica ou de outros programas de exercícios físicos que também lidam com jovens com necessidades especiais. 
* Leve seu filho em passeios de bicicleta ou de ajudá-lo /montá-la em sua /seu próprio triciclo. 
* Leve seu natação jovem. A natação é glorioso para skyrocketing ou redução do tônus ​​muscular e também ajuda a melhorar as habilidades de respiração. 
* Incentivar seu filho a fazer amizades com outras crianças e, se possível, certifique-se que ele /ela está incluída no seu jogo. 
* Jogue jogos com bolas para desenvolver uma boa coordenação motora e talentos. 
* Coloque um bem ancoradas, forte prancha a uma altura pequena do chão e fazer um jogo de caminhar de um extremo a outro sem cair. Isso pode ajudar a melhorar o equilíbrio. 
* Encorajar seu jovem a desenhar ea pintar. Isto quer incutir um sentimento de realização criativa e melhorar a facilidade de segurar objetos. 
* Dê ao seu filho para rolo de barro ou mofo. Este é um bom exercício para as mãos. 
* Dê suas fotos de jovem para ter um olhar e pedir-lhe para identificar os diferentes objetos neles. 
* Fazer um jogo de sinais de uso, placas de imagem e assim por diante como dispositivos de comunicação, especialmente se a criança tem problemas de fala. Isto poderia promover uma melhor comunicação e do poder de indicar claramente os seus gostos e desgostos reais. 
* Dê a sua abundância jovem de oportunidades para rir e se sentir bem consigo mesma

"Só as crianças e os velhos conhecem a volúpia de viver dia-a-dia, hora a hora, e suas esperas e desejos nunca se estendem além de cinco minutos



Quero tornar-me aquilo que sou: uma criança feita de luz."

"Os homens temem a morte, como as crianças temem a escuridão."


"O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade."

"Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança."


"No amor de uma criança tem tanta canção pra nascer, carinho e confiança, vontade e razão de viver."


"Não devemos explicar nada a uma criança, é preciso maravilhá-la."


"Nada assombra quando tudo assombra: é a idade das crianças."

SER ESPECIAL E MUITO ESPECIAL E DE DEUS DEVEMOS AMAR AMAR E APRENDER COM ELAS PORQUE
PORQUE ELAS TEM MUITO MAIS QUE ENSINAR DO QUE A APRENDER
BEIJOS E ATE A PROXIMA.......